Até logo...

Acho que nunca te chego a explicar a falta que me fazes, as saudades que tenho de ti.
Gosto tanto de ti, com todas as variantes que esta frase pode ter. Por isso não te posso dizer até amanhã, ou até quarta. Não posso. É sempre até logo. Porque mesmo que não estejas, mais logo hei-de ver-te ou sentir-te na nossa casa, nalgum recanto, no meio do meu livro, nos olhos na nossa filha. E quando ela me pergunta: "o pai?" e eu não posso responder: "vem já!", então digo sempre: "vem mais logo".
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