O nó
Eu tentei, contive-me, mas não consigo mais. Tenho de explodir para algum lado e, ainda assim, este é o local onde menos danos colaterais poderei provocar.
Estou no limbo, no fio da navalha, numa fase da vida que é ao mesmo tempo a mais cheia e a mais vazia. Cheia de certezas e cheia de dúvidas. A maioria dos dias, sinto-me bipolar: ora bem, ora péssima.
E chego a esquecer-me daquilo que não me posso esquecer. Não posso. Tenho uma imensa responsabilidade sobre os meus ombros e sinto-me quase incapaz.
E tenho um enorme nó na minha garganta que agora não consigo desatar. Um nó atado por mim. Por mim.
Estou no limbo, no fio da navalha, numa fase da vida que é ao mesmo tempo a mais cheia e a mais vazia. Cheia de certezas e cheia de dúvidas. A maioria dos dias, sinto-me bipolar: ora bem, ora péssima.
E chego a esquecer-me daquilo que não me posso esquecer. Não posso. Tenho uma imensa responsabilidade sobre os meus ombros e sinto-me quase incapaz.
E tenho um enorme nó na minha garganta que agora não consigo desatar. Um nó atado por mim. Por mim.
2 Comentários:
Às 11:45 da manhã ,
Rita disse...
Se eu te conseguisse ajudar a desatar esse nó...
Se estivesses aqui mais perto ia-te buscar para um cházinho com uns scones.
Um beijo muito grande
Às 11:47 da manhã ,
marília disse...
que bom, mãe babada! Só a ideia desse chá já me fez sorrir :)
estranho lugar, a blogosfera... onde quem não conhecemos nos pode aquecer um pouquinho a alma...
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